1. Plágio – esta talvez seja a mais recorrente forma de má conduta científica e consiste em assumir autoria de material de terceiros, um problema que infringe não somente a ética na pesquisa como pode incorrer em questões legais. É preciso atenção porque o plágio pode ocorrer de forma sutil, não se tratando apenas de casos evidentes em que se assume a autoria de trabalho inteiros ou de grandes partes de um trabalho de pesquisa. Pode-se incorrer nesta infração também com a citação de resultados de pesquisa de terceiros sem devido crédito, ainda que de forma breve ou apenas oralmente.
2. Autoplagio – embora faça parte da evolução da pesquisa apoiar-se nas descobertas de outros trabalhos prévios do autor, a mera replicação de resultados de trabalhos anteriores sem a apresentação de novos resultados incorre na má conduta denominada de autoplagio. Este tipo de infração geralmente é se apresenta em casos no qual pesquisadores publicam novamente um trabalho com pequenas alterações no texto para cumprir sua cota de publicação anual.
3. Autoria indevida – ocorre quando se alega autoria individual indevidamente, excluindo contribuidores da condição de coautores de trabalhos apresentados em congressos ou publicados em periódicos. Esta má conduta também se aplica quando trabalhos em coautoria são apresentados ou publicados sem a autorização dos demais coautores, ainda que com a devida atribuição.
4. Falta de cumprimento de exigências legislativas e regulamentares – esta má conduta ocorre quando se infringe conscientemente regras de segurança no uso de produtos químicos, normas de segurança em testes com humanos ou animais, uso indevido de medicamentos ou equipamentos em pesquisas e uso indevido fundos de pesquisa.
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